I - Dos sonhos que nem sempre são bons
As vezes os sonhos nos trapaceiam.E nem sempre são cheios de cor e luz.
Tampouco fazem sentido. Mas acontecem, esporadicamente.
Não quero me recordar do último.
Aquele em que o amor achava o seu abrigo em outro sorriso.
Porque doeu aqui dentro. E tirou o sono, e o sorriso pela manhã.
Prefiro ficar em companhia dos mesmos sonhos de outrora.
Aqueles em que existe a casa singela de janelinhas azuis.
E o quintal com o pé de manga, onde Francisco insiste em tentar subir.
E todas as cores.
Porque o amor está e estará, inevitavelmente, aqui.
Assim como o OM. E como todos os outros sonhos.


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