I - Da felicidade que agora vivo

Aquela senhora opulenta, chata, faladeira, sem modos, com cheiro de rosca de polvilho toca a campainha insistentemente e se intromete novamente em minha pequena sala no segundo andar.
Não espera Didi atendê-la e vai entrando, arrogante, olha com cara feia pra mim e esbraveja algo.
Permanece assim por alguns instantes, talvez contando "resumidamente" seus problemas, todas as angústias, queixas do serviço público...
Permanece assim por alguns instantes, talvez contando "resumidamente" seus problemas, todas as angústias, queixas do serviço público...
E eu em pensamento falo: - Calma minha senhora, a vida é linda. Tanta coisa bonita pra se ver, tanta risada de criança pra se escutar....olhe aqui pra dentro, tenho a minha mesa cheia de fotos (e suspiros) que me trazem o meu amor.
PS: Porque eu não me recordo momentos anteriores a todos esses de 1 ano e 5 meses no qual estive tão feliz.


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