Que seja doce!

"...Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante..." Caio.

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Local: Lapinha da Serra, Brazil

18 junho 2007

I - Da simplicidade do amor


O amor é simples.
Sim, é simples como as coisas mais belas.
No entanto, o fato de ser simples não quer dizer que seja fácil.
O amor não esta vinculado a regra alguma.
É a atuação discricionária de um agente que atinge a finalidade legal.
Pois bem, a finalidade legal do amor é ser feliz em dobro.
O "ser feliz em dobro" implica reciprocidade.
O amor não comporta traições e falsidades. E nele é vedado ferir princípios.
O amor de um só agente não condiz com o amplo conceito do amor.
É amor sozinho, platônico, incompleto.
O amor verdadeiro, para que assim seja, deve ser correspondido com a mesma intensidade.
Com a mesma cumplicidade e carinho.
E para isso não é preciso muito.
O amor não precisa de holofotes, tampouco de jantares elegantes, vinhos caros (apesar de ser uma boa opção, as vezes..rs)
O amor se revela nos momentos mais oportunos.
Se revela em um café as 06:00 horas da matina.
Em uma fogueira nas noites frias.
Nas belas canções do Los Hermanos.
No universo mágico da Lapinha.
O amor surge em uma noite de janeiro.
E dura por toda a vida.


P.S –Amo-te "pra sempre". Mesmo com aquela avaliação de direito administrativo se aproximando, não consigo parar de pensar em você.

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