I - Da simplicidade do amor

O amor é simples.
Sim, é simples como as coisas mais belas.
No entanto, o fato de ser simples não quer dizer que seja fácil.
O amor não esta vinculado a regra alguma.
É a atuação discricionária de um agente que atinge a finalidade legal.
Pois bem, a finalidade legal do amor é ser feliz em dobro.
O "ser feliz em dobro" implica reciprocidade.
O amor não comporta traições e falsidades. E nele é vedado ferir princípios.
O amor de um só agente não condiz com o amplo conceito do amor.
É amor sozinho, platônico, incompleto.
O amor verdadeiro, para que assim seja, deve ser correspondido com a mesma intensidade.
Com a mesma cumplicidade e carinho.
E para isso não é preciso muito.
O amor não precisa de holofotes, tampouco de jantares elegantes, vinhos caros (apesar de ser uma boa opção, as vezes..rs)
O amor se revela nos momentos mais oportunos.
Se revela em um café as 06:00 horas da matina.
Em uma fogueira nas noites frias.
Nas belas canções do Los Hermanos.
No universo mágico da Lapinha.
O amor surge em uma noite de janeiro.
E dura por toda a vida.
P.S –Amo-te "pra sempre". Mesmo com aquela avaliação de direito administrativo se aproximando, não consigo parar de pensar em você.


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